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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cortes de Carne - Excelente reportagem do Globo Rural


Souffle de Chocolate com Creme Ingles


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ervas de Provence



Ervas de Provence







Ervas de Provence é uma mistura perfumada de ervas secas típicas da culinária do sul da França. A mistura básica inclui alecrim, tomilho, manjerona e segurela. Também são frequentemente utilizados estragão, sálvia, lavanda, casca de limão e semente de erva-doce.

Onde vai bem?

Em marinadas ou secas, as ervas de Provence são muito usadas em quiches, legumes e carnes grelhadas como cordeiro, frango e porco. Também pode ser usado em saladas, especialmente em vinagretes.

Ervas de Provence é usado no preparo do ratatouille. Ratatouille é um prato típico do sul da França, feito com legumes assados no forno, principalmente berinjela, tomate, abobrinha, pimentão e cebola.

Como preparar?

Ervas de Provence são facilmente encontradas nos supermercados no Brasil, mas você também pode fazer em casa.

3 colheres de sopa de tomilho seco
2 colheres de sopa de segurela seca
1 colher de sopa de orégano seco
3 colheres de chá de alecrim seco
2 colheres de chá de manjerona seca
1 colher de sopa de flores de lavanda secas (opcional)
Misture bem os ingredientes e guarde em um recipiente com tampa, longe da luz e em temperatura ambiente.

Ervas de Provence em outras línguas

Francês: Herbes de Provence

Inglês: Herbes de Provence (se usa o termo francês)


domingo, 12 de outubro de 2014

AMORAS




AMORAS



 Essas belezuras acima são aqui da minha casa, plantada há muitos anos por minha avó Ludovina. Cresci comendo amoras no caminho colégio/casa, minha mãe ficava irritada ( pois sempre teve muitos afazeres ) quando eu e meus colegas parávamos para "catar" amoras, ao mesmo tempo apreciava nossa faceirisse. 
Resumo abaixo algumas inforrmações sobre essa delícia, pesquisadas na internet.

Morus é o nome de um género de árvores caducifólias, mais conhecidas por amoreiras, nativas das regiões temperadas e subtropicais da Ásia,África e América do Norte, sendo que a maioria das espécies do género é asiática.
As plantas do género Broussonetia, intimamente relacionado com o Morus, são também vulgarmente conhecidas por amoreiras, nomeadamente a Amoreira de papel (Broussonetia papyrifera).
Trata-se de árvores de porte médio que podem atingir cerca de 4 a 5 metros de altura, possuem casca ligeiramente rugosa, escura e copa grande. As folhas têm coloração mais ou menos verde, com uma leve pilosidade que as torna ásperas. As flores são de tamanho reduzido e cor branco-amarelada. As amoreiras crescem bem em todo o Brasil e Portugal e apresentam crescimento rápido, adaptando-se a qualquer tipo de solo, preferindo os úmidos e profundos. Frutifica de Setembro a Novembro no Brasil, e de Maio a Agosto em Portugal.
As amoras são frutos pendentes, de coloração vermelho-escura, quase preta, quando maduros, com polpa vermelho-escura comestível. A coloração de seus frutos varia de acordo com a espécie à qual pertencem e conforme o seu grau de maturação.
As espécies de amoreira mais cultivadas são:
Originárias da Ásia, as amoreiras foram, provavelmente, introduzidas na Europa por volta do século XVII. No Brasil, a amoreira — em especial a negra — cresce bem em toda parte, podendo ser encontrada de forma subespontânea em praticamente todas as regiões do país.
Se a amoreira-branca é a preferida na criação do bicho-da-seda, que se alimenta de suas folhas, a amoreira-negra costuma ser a preferida para o consumo alimentar humano, pelo sabor mais pronunciado de seus frutos que são, também, mais volumosos. Além disso, a amoreira-negra é árvore de características ornamentais pois, apesar de não alcançar muita altura, sua copa, de folhas abundantes, proporciona boa sombra.
Todas as amoras são ricas em vitamina C e caracterizam-se por sua forma típica, gerada a partir do agrupamento de vários e minúsculos frutos que se unem formando uma polpa rica em água e açúcar. As amoras são geralmente consumidas ao natural e podem ser servidas também com creme chantili; são igualmente utilizadas no preparo de tortassorvetescompotasgeleias, doces cristalizados ou em massa, ou transformadas em licores exaropes.

sábado, 11 de outubro de 2014

Vieiras




Vieiras


VIEIRAS

As vieiras são moluscos que têm duas conchas lindamente convexas e estriadas. A sua concha de duas partes é o motivo por que as vieiras são vistas pelos biólogos marinhos como moluscos bivalves. A parte das vieiras que é geralmente consumida é a «noz», o músculo branco que abre e fecha as duas conchas. Tem uma textura suave e carnuda e um delicado sabor que pode ser suave ou agressiva, dependendo da variedade. O «coral», as glândulas reprodutoras, também são comestíveis, embora não sejam largamente consumidas.
A carne da vieira do mar é grande, normalmente com 40 centímetros de diâmetro, enquanto a vieira da baía é pequena, com cerca de 15 centímetros de diâmetro. Na Europa, o tipo mais popular é a vieira grande, mais habitualmente chamada Concha de São Jacques. Várias centenas de diferentes espécies de vieiras são encontradas por todo o mundo, nas águas rasas de muitos mares.
O nome latino da habitual vieira de baía é Agropecten irradians.

113.50 GRS / 152.11 CALORIAS
NUTRIENTES
QUANT.
DDR (%)
DENSIDADE DO NUTRIENTE
CLASS.
TRIPTOFANOS
0.26 g
81.3
9.6
excelente
PROTEÍNAS
23.11 g
46.2
5.5
muito bom
VITAMINA B12 (COBALAMINA)
2.00 mcg
33.3
4.0
muito bom
FÓSFORO
302.05 mg
30.2
3.6
muito bom
MAGNÉSIO
77.12 mg
19.3
2.3
bom
ÁCIDOS GORDOS (OMEGA 3)
0.35 g
14.6
1.7
bom
POTÁSSIO
444.46 mg
12.7
1.5
bom

Benefícios para a Saúde

● Saúde Cardiovascular
● Arritmias
● Controlo da Pressão Sanguínea
● Prevenção contra Enfartes do Miocárdio
● Trombose
● Embolia Pulmonar
● Prevenção de Cancros
● Prevenção contra a Doença de Alzheimer

Centolhas - Gigantes do Mar






Centolhas


Seres imensos, saí­dos das profundezas do oceano, ameaçam estender suas enormes garras pelo territó­rio brasileiro. Roteiro de filme B de terror? Não, a mais pura realidade. Mas não tema, caro leitor: os monstros são do bem. O único mal que talvez possam fazer é ao bolso do consumidor, já que seu preço é para poucos.
Em meados do ano passado começaram a chegar ao país os primeiros caranguejos gigantes provenientes da costa da Argentina - até então, só recebíamos os pescados no Chile. Os exemplares das duas variedades têm em comum o peso de até dois quilos, com patas que podem chegar a mais de um metro, de uma ponta a outra. Chamados de centollas (centodjas, na pronúncia argentina, ou centolhas, como preferem dizer os chilenos), pertencem a uma categoria de crustá­ceos valorizadíssima pela gastronomia mundial, com um sabor normalmente definido como um meio-termo entre o do caranguejo comum e o da nobre lagosta.
Por aqui, o centolla aparece apenas e discretamente em cardá­pios de restaurantes estrelados das principais capitais. Mas isso pode mudar. 'Fizemos uma parceria com a importadora de vinhos Decanter, que desde outubro disponibiliza em suas lojas o centolla diretamente ao consumidor', diz Tatiany Vendrame, gerente de relacionamento da empresa que importa a iguaria, a Mares Logística e Trading, de Itajaí, SC. O caranguejo é vendido pronto para o consumo (só é preciso descongelar), inteiro ou num jogo de patas e garras. Com a carapaça menos 'espinhuda' que a do chileno e processado com maior tecnologia, o produto custa até 85 reais por quilo, 30% a mais que o similar.
Pescado nas águas frias da Patagônia argentina, o centolla é processado num barco-fábrica, o Ta-lisman. As garras e patas são fervidas em água do mar e depois congeladas
Os centollas argentinos são pescados na costa de Comodoro Rivadavia, na Patagônia, pelo Talisman, barco-fábrica de tecnologia russa. Após a captura, são selecionados, limpos e fervidos em água do mar. Depois de esfriar, são congelados e glaceados (uma fina camada de gelo se forma sobre a carapaça) e, enfim, embalados. 'O iní­cio do processo ocorre, no máximo, meia hora depois que são retirados das armadilhas. Assim, o alimento continua muito fresco até chegar ao consumidor', afirma Tatiany.
O Talisman, desde 2003 na Argentina, chega a ficar 30 dias consecutivos no mar e captura 400 toneladas por ano. Ainda não há uma limitação oficial da quantidade anual que pode ser pescada na Argentina, sobretudo porque, até recentemente, a atividade ali ainda era artesanal. 'Mantemos cientistas embarcados no Talisman para estudar a distribuição e a quantidade disponí­vel do crustá­ceo, para em breve calcularmos um limite ecologicamente sustentá­vel', diz Alexander Merebashvili, diretor comercial da Centomar, empresa pesqueira parceira da Mares.
Essa preocupação é bem-vinda, para evitar o que hoje já ocorre no estreito de Bering, entre o Alasca e a Sibéria. Esse é o hábitat do caranguejo gigante mais apreciado mundialmente, o king crab red, ou caranguejo-rei vermelho (leia Outros gigantes, acima). A sobrepesca na região levou Estados Unidos e Rússia a estabeler restrições à captura a partir dos anos 90 - no ano passado, os barcos processadores tiveram apenas um mês de permissão para pescar por lá.
Os estoques no litoral chileno também foram sensivelmente reduzidos após décadas de pesca sem controle. Hoje, em todo o mundo, somente se permite a captura de machos adultos. No caso da Argentina, o animal não pode ter menos de 12 centí­metros de casco e 800 gramas de peso.



Os centollas não estão sozinhos no mundo dos grandes crustá­ceos. Ao redor do planeta existem cerca de 40 espé­cies de caranguejos de proporções exageradas. Todas ocorrem em águas frias e de alta profundidada. A maioria delas, entretanto, é nativa do hemisfé­rio norte, onde são genericamente chamados de king crabs.

O mais famoso e valorizado dos caranguejos-reis é o vermelho, cuja cotação pode atingir o equivalente a 200 reais o quilo. Além dele, também se destacam o azul e o dourado. Todos os três superam os sul-americanos em tamanho: até 28 centí­mentros de carapaça, mas há relatos de exemplares com até 1,80 metro, contando as patas. O campeão de peso é o azul, que pode atingir até oito quilos.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Alecrim






Alecrim

Uma erva muito perfumada e que vai bem com uma infinidade de pratos. Tem um aroma forte e agradável. Em italiano alecrim é “rosmarino”, que significa orvalho (ros) e mar (marinus); tem esse nome por crescer em solos secos de origem calcária e próximos do mar.
É uma planta cultivada perto de apiários, pois sua flor é muito apreciada por abelhas e produz um mel de aroma diferenciado.

Onde vai bem?

  • Sopas
  • Molhos
  • Batata cozida
  • Tomate, beringela, abobrinha combinam bem com alecrim
  • Pães
  • Carnes de todos os tipos, quando assadas: peixe, frango, porco, boi, carneiro
  • Jogue salpicado sobre o carvão para que o aroma espalhe pela carne de churrasco e pelo ambiente
  • Também é recomendado um raminho na própria carne do churrasco

Receitas clássicas que levam alecrim

Shepherd's pie
Shepherd’s pie
  • É uma das ervas principais que fazem parte das ervas de Provence
  • Na Itália é usada em assados de vitela e cordeiro
  • No norte da Europa é usada em salsichas
  • Na Inglaterra é comumente usada na Shepherd’s pie, um empadão inglês de carne moída e purê de batata

Como comprar e usar?

Melhor usar as folhas frescas, mas é uma erva que conserva bem seu aroma quando seco.
Pode ser conversado no freezer e asism manter boa parte do seu aroma. Para isso lave o alecrim, seque-o e coloque-o em um recipiente fechado. Depois de congelado, você pode retirar facilmente as folhas dos galhos e guardar as folhas para uso posterior em um recipiente menor.

Posso plantar em casa?

Sim, é uma planta ideal para jardineiro principantes, pois é muito tolerante à pragas e à seca. Também tem uma aparência muito agradável, e por isso é muito usada em paisagismo.
Seu plantio é muito simples: arranque um ramo novo de uma planta de alecrim, retire algumas folhas de sua base e plante diretamente na terra. Pode também ser plantado com sementes, mas neste caso a planta demora muito mais tempo para se desenvolver. Prefere solos secos, arenosos e drenados.
A planta deve receber pouca água, apenas quando o solo já estiver razoavelmente seco.

Alecrim em outras línguas

• Inglês: rosemary
• Francês: romarin
• Espanhol: romero
• Italiano: rosmarino
• Alemão: rosmarin